Festival de Verão transforma a Praça do Giraldo, em Évora, num palco para o “Canto Sul”.
Começou esta sexta-feira e termina domingo como forma de expressar o Alentejo cantando.
Paulo Bernardo bateu hoje, no Estádio Universitário de Lisboa, o recorde de Portugal do lançamento do disco, com uma marca de 60,61 metros.
O lançador acrescentou três centímetros ao seu anterior recorde nacional, que conseguira no mesmo estádio, a 8 de Junho de 2003.
A marca foi conseguida no sexto e último ensaio da final do lançamento do disco dos Campeonatos de Portugal, que decorreram este fim-de-semana.
Sarah Moniz, Bárbara Clemente e Anais Moniz conquistaram, hoje, em Alexandroupolis (Grécia), a medalha de bronze do Campeonato da Europa de juniores de triatlo, para Portugal.
Os canoístas José Sousa e Nuno Barros arrecadaram, este domingo, a segunda medalha para Portugal nos Europeus de Maratonas, ao conquistarem o bronze na prova de C2 sénior (30 quilómetros), em Tyn-Vad-Vltavou, na República Checa.
Beatriz Gomes já tinha conquistado sábado a medalha de prata em K1, um novo marco no palmarés da canoísta nacional, que conta já com o título de vice-campeã mundial, ganho no ano passado, tal como José Sousa e Nuno Barros.
E porque ao domingo se pratica desporto, diga-se que Pedro Fraga e Nuno Mendes conquistaram hoje para Portugal a medalha de prata de double-scull do Campeonato do Mundo de Sub-23 em remo, que este fim-de-semana teve a sua primeira edição, em Amesterdão.
O americano Lance Armstrong venceu, este domingo, o “Tour” pela sétima vez consecutiva, feito que não pode ser batido antes de 20013 e despediu-se da modalidade.
José Azevedo quedou-se pelo trigésimo lugar a 59’ 48”
Manuel Alegre, político e poeta, festeja esta terça-feira, no Palácio Galveias, em Lisboa, quarenta anos de vida literária que coincide com a primeira edição do livro de poemas "Praça da Canção".
O Papa Bento XVI manifestou este domingo a sua profunda dor pelos atentados de quinta-feira em Londres mas deve ter-se confundido quando se dirigiu aos terroristas, lançou-lhes um apelo para que «parem, em nome de Deus», pois deveria ter apelado a Deus para que faça com que os ataques não aconteçam.
Está bem que o representante máximo da igreja católica se preocupe, mas apelou em sentido contrário. Os “terroristas” costumam ser teimosos.
Ruben de Carvalho habituou-nos, há muitos anos, a crónicas que revelam a sua forma de estar na vida e o que pensa do mundo que nos rodeia. As sua crónicas no DN» aos sábados e domingos são, em Mil Caracteres, um ensinamento constante.
Hoje fala-nos do comportamento que a Comunicação Social britânica teve com perante os atentado que tiveram os transportes de Londres como alvo.
O ensinamento deveria ser entendido pelos jornalistas portugueses para poderem avaliar se está, ou não, a ser correcta, entre outras, a forma de noticiarem a vaga de incêndios que afectam o nosso País.
Vemos com frequência – e também os cometemos – erros de pontuação. Mas há um que nos deixa deveras perplexos.
Vejamos este exemplo inserto na página 10 do «Correio da Manhã» desta sexta-feira:
“No entanto, o técnico português, apurou o Correio da Manhã junto de fonte próximo de Mourinho – ontem esteve praticamente incontactável dado que os sistemas de comunicações foram cortados -, sentiu-se “revoltado e indignado” com tudo o que aconteceu”
Não temos nada a ver com os estados de espírito de José Mário Mourinho, de quem somos amigos e conhecemos desde pequeno, mas não se percebe porque é que o jornalista – tal como muitos outros o fazem – depois do traço coloca uma vírgula (-,).
A Pequena Companhia da Academia de Dança Contemporânea actua, esta sexta-feira, às 21:30h, no Forum Munivipal Luísa Todi, em Setúbal.
Não concordo com as posições políticas de Anacoreta Correia mas achei-lhe alguma piada quando, esta tarde, no debate sobre o Estado da Nação, discutido na AR, disse que o plano para relançamento da economia, divulgado recentemente pelo primeiro-ministro lhe fazia lembrar o Quarto Plano de Fomento interrompido com o 25 de Abril, tal a semelhança da pompa e circunstância com que foi apresentado.
Curioso o termo de comparação utilizado pelo deputado do CDS face a um projecto do governo socialista.
Jorge Santos
Rodrigo Guedes de Carvalho entrevistou, esta noite, na SIC, o líder do PPD/PSD, Marques Mendes e viu-se que os argumentos do presidente dos social-democratas não são suficientes para demonstrar a falta de credibilidade das decisões do primeiro-ministro, que ontem, em entrevista na mesma estação, foram divulgadas.
Hoje, o jornalista confrontou Marques Mendes com as recentes declarações de Alberto João Jardim, dizendo que não quer chineses nem indianos na Madeira, mas o responsável “laranja” assobiou para o lado dizendo que o Presidente da República deveria ter tomado posição e não o fez.
Marques Mendes preferiu destacar o trabalho de Jardim e compreende-se, porque o seu partido lhe deve muito, tal como lembrou o jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho.
A palavra está na moda mas estou convencido de que muita gente não sabe do que fala.
Confesso que tenho dificuldade em perceber como se acha a produtividade de uma empresa ou de um trabalhador.
Mas, mesmo com as limitações que tenho, gostei de ver um “colador de cartazes” de uma dessas empresas que exploram a publicidade exterior nas cidades e aldeias, a preparar o «placard» arrancando o anúncio que lá estava e a deixar os papéis rasgados pelo passeio e faixa de rodagem.
Claro que o responsável da empresa de publicidade gostará de saber que o seu colaborador chegou ao fim do dia com uma boa produção e pouco se importará que o pessoal da limpeza tenha agora mais trabalho e que, entretanto, as ruas das redondezas tenho ficado sujas.
Diz o José Teófilo Duarte no Blogoperatório que “há menos blogues no firmamento blogosférico. O Barnabé deixou de caminhar. Pelo menos é o que se anuncia”.
Também acho que é pena. “O Barnabé era uma razão para nos determos com assiduidade perante o vidro electrónico”.
Concordo com tudo o que diz o JTD e ele sabe que falo com sinceridade, até porque sou um dos que perdeu muitos dias e noites a acompanhar o «Sadinos».
Mas aproveito para tranquilizar o meu amigo Teófilo pois o dizerbem não desaparecerá do “vidro electrónico”. É certo que esteve parado uma semana e isso não foi por acaso. Tenho tido muita dificuldade em dizer bem. Hoje, por exemplo, queria dizer bem do Primeiro-ministro, mas o que ouvi na entrevista à SIC não deu para alinhavar louvores. Ficou o tema para outros pois não faltou assunto para desancar no nosso “primeiro”.
Jorge Santos